Resultados Favoráveis para Dr. Daniel Santos
Uma pesquisa abrangente realizada pelo Instituto Ampla, divulgada neste domingo, mostra que o ex-prefeito de Ananindeua, Dr. Daniel Santos, do Podemos, lidera a disputa pelo governo do Pará com 35,2% das intenções de voto. A atual governadora Hana Ghassan, do MDB, ocupa o segundo lugar com 26,0%. A professora Araceli Lemos, do PSol, segue distante com 3,4%. A pesquisa revela que 25,5% dos entrevistados ainda se consideram indecisos, enquanto 9,9% afirmam que votariam em branco ou nulo. A rejeição a Araceli atinge 32,4%, e a de Hana Ghassan é de 30,5%, contrastando com a menor rejeição de Daniel Santos, que é de 17,1%.
Flávio Bolsonaro em Destaque nas Pesquisas Presidenciais
No que diz respeito à corrida presidencial, Flávio Bolsonaro desponta como líder na pesquisa de intenção de voto. Com 39,1%, ele superou Lula, que alcança 31,0%. Os demais candidatos, como Ciro Gomes e Ronaldo Caiado, obtêm números modestos, com 4,1% e 1,5%, respectivamente. A pesquisa aponta que 11,0% dos entrevistados estão indecisos, enquanto 8,1% pretendem votar nulo ou em branco. Em um possível segundo turno, Flávio Bolsonaro venceria Lula com 48,5% contra 39,7%.
Corrida pelo Senado: Helder Barbalho em Primeiro Lugar
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Na disputa pelo Senado, Helder Barbalho, do MDB, lidera com 39,9% das intenções de voto. Eder Mauro, do PL, aparece em segundo com 24,5%, seguido por Zequinha Marinho, do Podemos, com 8,2%. A pesquisa também revela que, para o segundo voto, a disputa é acirrada, com Helder em 14,5%, Zequinha Marinho com 14,2% e Eder Mauro com 13,7%.
Instituto Ampla: Confiabilidade nas Pesquisas
Com uma trajetória consolidada de mais de dez anos, o Instituto Ampla se destaca por sua imparcialidade, atendendo a diversos espectros políticos, incluindo grandes partidos como o PT e o MDB. A pesquisa foi realizada entre 25 e 29 de abril, com 1.500 entrevistas realizadas em 60 municípios, apresentando uma margem de erro de 2,6% e um intervalo de confiança de 95%. O registro da pesquisa no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) é o número 05163/2026.
Disputas e Alianças: O Jogo Político no Pará
Na esfera política do Pará, o ex-governador Helder Barbalho tem pressionado para que o deputado Celso Sabino seja o vice na chapa de Hana Ghassan, enquanto o PT reivindica a vaga para o deputado Dirceu ten Caten. A tensão entre os partidos está em alta, especialmente com a possibilidade de uma candidatura alternativa pelo PT, caso não consigam o espaço desejado na coligação.
Tensões e Expectativas no PT
O clima entre os petistas é de insatisfação crescente. Fontes próximas à legenda afirmam que o senador Beto Faro, presidente do PT no Estado, já sinalizou que, se o partido não conseguir indicar o vice, será obrigado a considerar uma candidatura própria ao governo. O cenário está longe de ser favorável, e a busca por um acordo que agrade a ambos os lados continua.
Movimentações Estratégicas e Candidaturas
A situação também se complica pela determinação de Celso Sabino de manter sua candidatura ao Senado, apesar das pressões para que aceite a vice. Em entrevistas, ele enfatiza que sua candidatura é irreversível e que está intensificando sua agenda de pré-campanha, contando com o apoio do PDT. Por outro lado, Helder Barbalho parece preferir um vice que atraia votos de setores conservadores, considerando candidatos da bancada evangélica ou do agronegócio.
Desafios e Oportunidades nas Alianças
A movimentação política está em ebulição. Helder Barbalho tenta manobrar para garantir a escolha do vice e, ao mesmo tempo, desestabilizar a candidatura de Celso Sabino. Um cenário otimista para o PT inclui Chicão como primeiro suplente ao Senado, mas a realidade exige uma negociação delicada dentro da base governista. Por enquanto, a busca por consenso entre as diferentes forças políticas no Pará continua.
Futuro Incerto e Expectativas de Mudança
Com a filiação recente da deputada Andreia Siqueira ao PSB, a instabilidade nas alianças partidárias é evidente. A estratégia de Daniel Santos de unir Podemos, PL e o Partido Novo para reforçar sua posição eleitoral pode ser uma saída viável, mas a batalha pela eficácia da chapa e pelo voto popular permanece. Enquanto isso, a política no Pará segue seu curso, repleta de desafios e oportunidades.
