Duas Mulheres à Frente da Acesso Saúde
Decidir empreender é uma escolha que demanda visão estratégica, planejamento e, acima de tudo, coragem. Para Kenya Valença e Alessandra Almeida, ambas de Maceió, essa decisão foi precedida por um longo processo de introspecção.
Durante um ano, elas se dedicaram a estudar seu projeto de vida, avaliando diversas possibilidades até que chegaram à conclusão de que queriam atuar no setor da saúde — não apenas como profissionais, mas como empresárias. A indagação que norteou essa jornada foi simples, mas impactante: como empreender com segurança em um segmento tão crítico e essencial?
Após analisar diferentes formatos de negócio, Kenya e Alessandra perceberam que o modelo de franquia proporcionava a estrutura necessária para minimizar riscos e acelerar os resultados. Contudo, ainda faltava um passo importante: escolher a marca que as representaria nessa nova empreitada.
Foi nesse contexto que elas descobriram a Acesso Saúde. Ao pesquisarem sobre a rede, elas constataram que não encontraram apenas números promissores, mas um propósito que se alinhava com suas crenças: o desejo de ampliar o acesso a um atendimento de saúde digno, humanizado e financeiramente acessível para a população.
Com 20 anos de atuação no mercado, a Acesso Saúde se destacou por sua solidez, organização e um modelo operacional validado. Neste momento, Kenya e Alessandra estão na fase de implantação da unidade Compact em Maceió, um período marcado por intensidade e estratégia.
Elas relataram que o treinamento presencial de nove dias oferecido pela franqueadora foi uma experiência transformadora. Esse processo proporcionou a elas um direcionamento prático, ampliou a visão de gestão e trouxe segurança nas tomadas de decisão. O suporte contínuo da franqueadora se mostrou um diferencial significativo nesse início de trajetória.
Entretanto, o objetivo dessas empreendedoras vai além de abrir uma clínica. Kenya e Alessandra almejam contribuir para a transformação do atendimento em saúde em seu Estado. Elas acreditam firmemente que é possível unir impacto social e crescimento financeiro de maneira sustentável, criando um legado positivo para a comunidade.
A trajetória dessas duas mulheres ilustra um fenômeno crescente no franchising brasileiro: a ascensão de mulheres que assumem papéis de liderança, estruturando negócios sólidos e buscando independência econômica com responsabilidade. Essa mudança é não apenas inspiradora, mas também necessária em um contexto onde a diversidade e a inclusão são fundamentais.
Para investidores que estão analisando oportunidades no setor da saúde, histórias como a de Kenya e Alessandra mostram que, quando propósito, estrutura e mercado se harmonizam, resulta em um modelo promissor, com potencial de crescimento consistente e a capacidade de gerar valor a longo prazo.
